Como fazer stockpicking


Olá! Nesse artigo vou expor o meu método de filtrar ações e decidir sobre as boas oportunidades de investimento. Não é o único nem necessariamente o melhor, apenas o meu. Ele é dividido nas seguintes fases:
1-radar: como oportunidades entram no radar. Também envolve verificar se já está no radar dos outros. 
2-estudo: aprofundar no case e responder algumas perguntas
3-montagem de posição: qual o montante devo investir? Quando investir? Controle do lote e controle de risco de modo a sempre ter em mente que você pode estar errado e sua tese afundar com sua grana. Essa possibilidade eu controlo no tamanho do lote. 

RADAR - FUNDAMENTUS


Clique em busca por empresa, e em seguida, BUSCAR. 


Aqui temos o site fundamentus. Ele tem uma funcionalidade de busca muito interessante, em que você pode ordenar as empresas conforme alguns critérios importantes de análise. Para fazer isso, eu simplesmente faço a busca sem filtro algum, e daí ordeno a planilha com todas as empresas pelos seguintes múltiplos, e aqui já aproveito para dizer porque são importantes:

Ordenei por P/L na figura acima. MRFG3 desponta como empresa passível de ser analisada, pelos múltiplos baixos que apresenta. Vou pegar ela como exemplo. Note que algumas empresas como MBLY aparecem com P/L 0. Recomendo ignorar as empresas com múltiplos zero ou negativos ao fazer esse filtro. 

P/L
O jeito mais antigo de avaliar as ações: market cap/lucro de 12 meses. Nunca subestime esse múltiplo, há estudos de que uma carteira simplesmente baseada no P/L bate o índice com folga. 
EV/EBITDA:
Uma métrica parecida com o P/L, mas que leva em conta o EV que é market cap + dívida, e o EBITDA, que é, simplificadamente, o resultado operacional da empresa. O que interessa pro acionista sempre vai ser o lucro, mas as vezes ele fica escondido por variação cambial da dívida ou fatores relacionados a depreciação ou impostos no balanço. Outro motivo para usar o EV/EBITDA é a sua aplicação na magic formula do Greenblatt. Não vou me aprofundar aqui, mas se você é um investidor sério, já leu o livro do Greenblatt 'the little book that beats the market' ou vai ler em breve. Essa fórmula funciona, e o pessoal do clube do valor (tem canal no youtube) usa ela de forma mecânica (sem análise qualitativa) e com grande sucesso no stockpicking no Brasil. 

P/L ou E/V EBITDA maiores que zero e menores que cinco chamam minha atenção.

PSR: Preço sobre o faturamento. Aqui eu procuro empresas que valem até 20% do faturamento, ou seja, PSR de 0,2. Às vezes essas empresas por diversos motivos não apresentam lucro robusto, mas o fato de o faturamento estar tão alto para o preço da ação (ex. empresa fatura 1B por ano e vale 200 Milhões em bolsa) pode indicar uma empresa descontada. 

PREÇO/ATIVO CIRCULANTE LÍQUIDO:
Detector de barganhas. Se houver algo aqui entre zero e um, é uma boa chance de entrar no radar. É uma espécie de detector de 'a empresa está valendo menos do que tem em caixa'. Empresas que já vi com esse múltiplo baixo foram MTSA4, EMBR3, EVEN3, todas andaram muito bem depois. Atualmente não tem nenhuma, mas de vez em quando aparece. 

ROIC: gosto de ROICs perto dos 30%

P/VP: um P/VP menor que 1.0 pode indicar algo subvalorizado. Principalmente se for banco ou empresa que tem muito imóvel no patrimônio. Em final de bull market já comprei metalúrgica por P/VP de 0,1. Esse indicador é praticamente inútil, no entanto, para avaliar empresas asset light

LIQUIDEZ:
Estou evitando ações que negociam menos de 200 mil por dia. Pra mim, não vale a pena nos momentos de baixa liquidez, é ruim para trocar a posição e você pode se ferrar no spread. Aqui tem que ver o tradeoff: normalmente, quanto menor a liquidez, menor a chance de estar no radar do mercado. Fundos grandes não podem investir nessas small caps, pois iriam ser como um elefante entrando numa piscina de criança. Mas há muitas empresas boas negociando entre 200k e 20M por dia que são boas. 

Feito isso, então clico na empresa e olho duas coisas: comparação intra-setorial e evolução dos resultados. 

COMPARAÇÃO INTRA-SETORIAL: basta clicar (retângulo preto na figura abaixo) no setor ou no sub-setor da empresa e ver como esses múltiplos estão em comparação com empresas mais ou menos parecidas. Nem sempre haverá muita empresa para comparar, há empresas sem pares na bolsa. Mas no caso da grande maioria sim, vai ter como comparar e ver os múltiplos em comparação com outros do mesmo setor. Por aí já dá pra ter uma noção de qual o P/VP médio dos bancos, dos frigoríficos, por exemplo, como as empresas se comparam em termo de receita e patrimônio líquido. E com o tempo, você vai pegando as diferenças entre os setores para analisar dessa forma, e vê as particularidades de cada um. 

HISTÓRICO DE RESULTADOS
Disponível na aba GRÁFICOS -> Demonstrativos de resultados. Aqui, o que procuro é a 'escadinha' - aumento consistente com o passar do tempo -, em RECEITA, EBIT, e LUCRO LÍQUIDO. Faço a comparação olhando os TRIMESTRES ISOLADOS, e não o ANUALIZADO (o botão para trocar está na base do gráfico). Isso porque dá pra ter uma ideia de sazonalidade dos resultados e comparar com o trimestre do ano anterior, e se houver algum trimestre muito fora do padrão (lembre-se, um dos principais inimigos do investidor é o resultado não-recorrente que não foi identificado) ele já vai ficar logo em evidência. É importante olhar o histórico da MARGEM LÍQUIDA, e como a empresa está evoluindo as margens. Se estiverem aumentando, é bom sinal. Ao olhar esses gráficos você tem que perguntar: como esse trimestre de agora se compara com o mesmo tri do ano passado? E como ele se compara com o trimestre imediatamente anterior? A empresa está aumentando os resultados? O que posso esperar para os trimestres próximos? (a análise de retrovisor só é válida na medida em que ela te ajuda a projetar os resultados futuros, o mercado só olha pra frente, não pra trás - por isso que analisar indicador somente pode te custar muita grana nos investimentos. E aqui já dá pra ver que empresas com receita estável e demanda inelástica, como água e luz tem uma vantagem de previsibilidade: resultados passados servem como um bom guia de resultados futuros. Empresas de crescimento não vão aparecer pra você nessa análise de valor justamente pelos resultados futuros esperados serem bem maiores que os passados, o que causa o mercado avaliá-las com um múltiplo lá em cima que a primeira vista parece caro. Para essas empresas de crescimento é necessário um outro tipo de análise, vou comentar mais adiante)



(Nos gráficos acima, cada barra é um trimestre. Comparar com o mesmo trimestre do ano anterior e também com o trimestre imediatamente anterior fornecem bons indícios de se foi um quarto de ano bom ou ruim.)

Outro gráfico importante é o do patrimônio líquido. A empresa vem conseguindo crescer o seu patrimônio líquido com o tempo? Formou a escadinha? 

Outra coisa que gosto de fazer é anualizar o trimestre. Empresas que estão em turnaround ou com melhora rápida de resultados vão ficar com múltiplos distorcidos, na medida que os resultados ruins passados pesam no cálculo do múltiplo. Basta multiplicar o lucro do trimestre (retângulo azul escuro, na figura abaixo) por quatro e dividir pelo valor de mercado para ter um P/L que pode ser útil se os resultados dos próximos trimestres forem parecidos com os atuais. Mais ainda, dá pra fazer projeções com lucro aumentando ou diminuindo, ou ainda fazer  o raciocínio inverso e pegar os múltiplos de outras empresas do setor e aplicar para a empresa e ver a quanto deveria estar a cotação para ela estar no mesmo nível de múltiplo do setor (faça isso com VVAR3 e compare com MGLU3, por exemplo, os resultados são assustadores. PFRM3 com as outras farmacêuticas é outra comparação interessante). Essa análise relativa é uma das grandes armas do investidor e já me revelou grandes oportunidades. 

LIMITAÇÕES DO FUNDAMENTUS
Esse filtro do fundamentus faço umas 2 vezes por mês pra ver se algo bom aparece. Mas já adianto que o site não é perfeito. Já encontrei números que não batiam com os balanços apresentados na CVM e B3, ou que estavam apontando números só da controladora e não os consolidados. Tenha em mente que é só um guia, a informação primária mesmo é que é a fonte segura, que você vai usar para aprofundar o estudo. Também veja que pode demorar um pouco até o balanço ir para o site do fundamentus, por isso é importante checar qual a data do último balanço, (retângulo laranja, na figura), lá está o último dia do trimestre do último balanço processado

RADAR - OUTRAS FONTES DE INFORMAÇÃO:
O investidor tem que ser alguém que sempre busca informação. Se você não quer fazer isso, stockpicking não é pra você, procure um ETF ou outra forma de investir. Por isso é importante ter fontes de informações rápidas e atualizadas. Um case pode dar sopa por pouco tempo (recentemente, PCAR3 depois da cisão do ASAI3 ficou umas duas semanas dando bobeira até que um dia esticou 15%). Time is money. As minhas fontes de informação atualmente são:
BRAZIL JOURNAL: se uma empresa sai no Brazil Journal, já é um motivo para aprender mais sobre ela. 
TRADERS CLUB: sou assinante do TC. Acompanho as análises lá do Ferri e do Albuquerque e uma ou outra ideia de investimento lá dos outros membros no trade ideas já serviu como jeito de botar empresas no radar. Tem um serviço de notícias que é razoável
Podcast STOCKPICKERS: excelentes entrevistas e informação de muita qualidade, com vários gestores de fundos. É interessante não só para colocar empresas no radar, mas para entender como as pessoas que gerem grandes fundos pensam. 
fintwit: Sigo muita gente do mercado para ter informações sobre o que está acontecendo em tempo real. 
YOUTUBERS: Neto invest, Fortunatus, Clube do Valor, Viver de Renda, Mestre dos derivativos, Economista sincero, Investidor sardinha (gosto do giro semanal), liberta investimentos (com seu almoço grátis), SUNO, NORD, são uns canais bons para ver sobre o tema. São alguns (bons) exemplos, mas tem mais. Pare de assistir BBB ou algo que não importa e veja se aprende uma ou outra coisa sobre ações!
Fórum ADVFN: caiu muito a qualidade, pouco conteúdo útil, mas checo de vez em quando, o forum small caps e específico de uma ou outra ação, como OIBR3. 
Serviços pagos de research: Informação vale ouro, e um valor investido em informação pode render frutos. Assinei no passado dica de hoje e nord deep value. O primeiro gosto pelas carteiras calculadas, mas não sei se vou renovar a assinatura. O segundo foi bom por confirmar algumas teses de investimento e alertar para o ciclo das commodities. É um produto caro, por isso não sei se vou renovar. 

Por essas fontes dá pra ter uma ideia de como a ação é vista no mercado. A AUSÊNCIA de uma determinada empresa tem nessas fontes também é algo importante: significa que não está nos radares de outros investidores ou influenciadores, e pode ser uma explicação de um desconto grande no valuation e ainda indicar que a tese pode demorar um pouco até dar o retorno que se espera. 

RADAR - Grupos de what's app e telegram e boca a boca com outros investidores: Muito importante. Estar no contato com quem investe como você, principalmente com investidores pessoas física com um histórico de bolsa e com capital grande em jogo te ajuda a saber de oportunidades que pouco aparecem na internet. Converse com outros investidores. Tem vários grupos de ativos, como de TASA4, em que outros cases também são apresentados de vez em quando. Logo você está no grupo daquela outra ação, conhece outras pessoas, que apresentam outros cases... e o ciclo se repete. Essa estratégia já me rendeu interesse por MNPR3, TASA4, FHER3, todos cases que, depois que fiz a minha pesquisa e investi, me renderam bons frutos. São ativos que eu não tinha parado para analisar a fundo, mas que outras pessoas já haviam feito esse trabalho e estavam apontando as assimetrias de valor nos grupos. 
O telegram tem a vantagem que você pode simplesmente pesquisar a ação na barra de busca e entrar no grupo dela. Mas minha experiência são que os grupos de what's app adicionam mais conteúdo. 
Mas há grupos de what's app em que ninguém sabe nada, todos só esperam o 'call' e o que comprar ou vender. Fuja desses, não adicionam em nada. 

MELHOR MOMENTO PARA LIGAR O RADAR
O investidor tem que estar atento para a divulgação de resultados trimestrais. Essa temporada de balanços é o momento mais importante pois é aí que os múltiplos são recalibrados e a realidade é revelada por dados oficiais das empresas. E dos trimestres, a divulgação do quarto trimestre é a mais importante pois fecha um ano inteiro. Também é a mais extensa, porque o prazo é de 90 dias, tem empresa que só divulga no último dia do prazo. Cada vez gosto menos delas, é uma espécie de desrespeito ao acionista, que tem que ficar esperando até o último momento. 

É preciso guardar caixa para essas oportunidades, pois trabalhar com dados atualizados para a análise é fundamental. 

ESTUDO

Após a fase preliminar, começo a pesquisar mais a fundo sobre a empresa. Os Releases trimestrais no site da cvm ou da bovespa são a fonte primária para se fazer isso. É interessante ter perguntas a serem respondidas durante a leitura do documento. Algumas que gosto são: a empresa tem se esforçado para reduzir as despesas operacionais e ficar mais eficiente? Está gastando mais ou menos com o salário do management? Quais as perspectivas? Muitas vezes a própria linguagem utilizada já demonstra otimismo ou pessimismo com os resultados futuros. Qual o percentual de receita que vem do mercado externo? Como a empresa reage a uma variação do dólar? Os produtos são commodities, ou de valor agregado? A variação cambial detonou o lucro contábil mas a empresa está gerando muito caixa? Essas e outras perguntas têm de ser respondidas.

A análise também tem de apurar quem são os acionistas, quem dá as cartas, são fundos internacionais? Qual a participação do governo na empresa, diretamente ou indiretamente através do risco fiscal ou político? O Capital está diluído ou concentrado? Qual o float das ações ordinárias e preferenciais, se houver?

É importante ver o endividamento da empresa através da dívida/EBITDA. Também recomendo olhar se a empresa é caixa líquida (retângulo marrom na figura acima, se o valor for negativo, a empresa tem mais caixa que dívida). Empresas caixa líquida são praticamente 'inquebráveis', já que o que quebra empresa é dívida. 

Não sou contador nem vim da área de administração, mas garanto que é possível interpretar um relatório trimestral de empresa sem ter feito esses cursos, apenas se interessando e procurando aprender cada dia um pouco, é bem possível se focar apenas nos pontos importantes. Você não precisa de conhecimento aprofundado, mas de poder selecionar as informações que importam, pois terá que analisar várias empresas se for querer fazer stockpickings, e não há tempo para se tornar um especialista em cada setor e em cada empresa, não é essa a ideia. Se você gastar tempo demais analisando uma empresa, pode deixar escapar outras oportunidades claras, então o tempo tem que ser bem gasto. 

Também é importante ver como os consumidores enxergam a empresa. Você consome os produtos dessa empresa? Qual sua opinião sobre eles? Quais as perspectivas para os próximos anos no setor?

ALOCAÇÃO: TAMANHO DO LOTE. 
Para responder a pergunta de quanto devo investir, olho em porcentual da carteira. Quanto mais convicto na tese e quanto maior for o potencial de retorno, mais dinheiro boto. Depende muito do quanto de caixa tenho, mas de maneira geral evito investir menos de cinco por cento da carteira, porque aí se você acerta e a ação decola e você tem pouco investido, a dor de corno de não ter investido mais em algo que você estudou é grande. Mas também evito botar mais que dez por cento da carteira para fins de proteção por meio da diversificação. Lembre-se, você sempre pode estar errado.

Para responder a pergunta de quando investir, posso olhar o gráfico e ver se está em uma correção de análise técnica. Mas prefiro olhar apenas o valuation, na maioria das vezes. Gosto também de entrar antes de dividendos, mas antes da aprovação deles em assembleia. Há um hiato entre a proposição do dividendo pelo Conselho e sua deliberação em assembleia, que é o caso de BEEF3 agora, com previsão de pagar mais de 10% de yield ainda não aprovados em assembleias. Mas geralmente a resposta a essa pergunta é O QUANTO ANTES! Já vi muita coisa decolar enquanto estava esperando outras ações subirem para vender e realocar o patrimônio. Por isso que na maioria das vezes eu liquido outras coisas que não andaram, ou que estão no prejuizo, para botar numa tese com potencial de valorização maior e que pode andar muito mais. Tem que ter um equilíbrio entre esperar as teses maturarem e sair de furadas que não vão andar nunca. É uma arte. 

Mas também não entro de uma vez. Normalmente boto 50% da posição e espero pra ver como fica o preço. Às vezes, com a minha sorte, ele cai muito depois de que já entrei, e aí boto o resto e faço preço médio. Se subir rápido ganho sobre o que já coloquei. Se ficar estável ou subindo devagar, daí aporto o resto. Essas compras escalonadas são boas para evitar pegar o ativo em máximas. 

Também dá pra montar estratégias em opções se o ativo tiver opção, mas aí já é uma conversa mais específica. 

EMPRESAS DE CRESCIMENTO
Para pegar essas empresas que podem explodir de crescer, normalmente com forte componente tech, não adianta olhar o lucro. A amazon deu prejuízo vários anos mas foi só crescendo, e foi desprezada pelos investidores de valor, mas quem entrou nela pode ter resolvido o problema do dinheiro para si mesmo ou até mesmo por gerações. Aqui no Brasil tivemos a rainha do ecommerce, MGLU3, que poderia ter mudado o patamar da vida de qualquer um com seus mais de 17.000%. Para investir nessas empresas, tem que olhar o crescimento de receita, como os clientes novos diluem os custos fixos, olhar uma projeção de fluxo de caixa descontado, entre outras coisas. E também é necessáriopoder enxergar um futuro em que a empresa tenha conseguido crescer bastante. Essas empresas digitais, como fintechs ou ecommerce possuem uma margem enorme na receita de novos clientes, afinal gastam muito pouco a mais para prover o serviço por cada cliente novo. Têm pouco capital e podem ser alvo de aquisições pelas grandes empresas tech. Não vou me adentrar muito nesse assunto, mas acho importante ter alguma dessas empresas de crescimento tech ou digital na carteira, mas elas jamais vão aparecer nesses filtros de valuation. Tem que olhar como são cotadas as empresas tech no exterior, qual o EV/EBITDA que é comumente aplicado no setor. 

APRIMORAMENTO:
Por fim, digo que o mais importante é estar sempre evoluindo o método de escolha de ações. Teve coisa que fazia no passado e que não faço hoje, ou que faço hoje e não fazia (investir em empresas de crescimento puro tipo mercado livre, por exemplo). Tento sempre questionar meus dogmas, abrir novas frentes de pensamento e evitar ficar estático no conhecimento. Por isso, não é garantia que ainda vou seguir tudo o que está escrito aqui, mas posso assegurar que essa estratégia é vencedora, vejo isso sempre que vou declarar o meu imposto de renda. 

FIM
É isso aí, espero que tenha aprendido alguma coisa ao ler esse artigo e ganhe mais dinheiro!

Comentários

  1. Sensacional! Acompanho seu blog tem alguns meses e considero um dos melhores por pensar um pouco fora da caixa, fora dos holofotes. Vejo que o blog não é muito comentado, mas continue nos agregando com seu conhecimento. É riquíssimo e certamente me fez enxergar as ações de outra forma. Obrigado por tirar o seu tempo e postar algo de tamanha qualidade!

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  2. manda seu email ou instagram amigo.. tenho uma pagina de investimentos no insta, podemos trocar ideias!

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    1. Fala Davi!

      Pode entrar em contato comigo por esse email

      donktre@gmail.com

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  3. otimo Post...com ctz me trouxe mais clareza para escolher melhor os papeis.

    obrigado

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