Jul/2020 +10,13% +270k rumo aos 100M
Carteira de ações: 3.036.969 (+10,13%)
Proventos: 8.586 (computando venda de direitos IRBR11)
Patrimônio total (incluindo renda fixa e caixa): 3.179.456
Maior patrimônio já registrado (jan/2020): 3.308.389
Nada aqui é recomendação, apenas divagações sem sentido sobre minha própria carteira. Use o discernimento.

Mês de grande valorização de GPCP3 com a expectativa de saída da RJ. Quem está nessa ação sabe bem o potencial dela. Estou já em fase de venda, bem aos poucos, conforme sobe.
Carteira subiu também com OIBR3, mostrando a que veio. Se virar realmente uma empresa de fibra com as dívidas pagas, não vai ter para ninguém. É interessante ver o papel das cotações sobre a percepção do público: quando estavam a 0,44 ninguém queria, agora já falam que a empresa vai dar certo. O papel do investidor é justamente o de descobrir as coisas que todo mundo vai querer no futuro, antes dos faladores dizerem o óbvio. Oi era tida como especulativa, de muito risco, coisa de investidor que não era inteligente. E assim IRBR3 também, até que um belo dia, 'bum!'. Já vi isso muitas vezes. Estou vendendo devagar parte da minha posição em OIBR3. Nesse período de volatilidade, vendo nos picos e compro nos vales com parte da posição. Mas a direção geral é pra cima.
VLID3, por exemplo, está bem amassada, por isso comprei mais. Esse campo de certificação digital ainda vai crescer muito e ela está na boca do gol para aproveitar. A volatilidade desse papel é enorme e permite compras bem definidas. E ainda é bom pagador de dividendos.
Estreiei em MNPR3 esse mês. Já falei dela no outro post, para mim está bem depreciada e com intenção de OPA, mas que não vai sair se não pagarem o preço correto. Essa é uma que pode valorizar muito bem, mas precisa de paciência para comprar. BBDC4 entrei com o que era para ser caixa. Está muito depreciada e paga dividendos, botei uma posição lá que posso tirar a qualquer momento para
Ainda não estou no Topo Histórico da carteira, apesar das grandes valorizações dos últimos meses. Isso é em grande medida por não ter tido caixa para aproveitar os preços do coronacrash. Aí está na prática a diferença: teria saído mais rápido do buraco com um caixa maior, mas também o meu topo histórico teria sido menor um pouco, já que estaria pouco investido. Não vou tentar fazer esse cálculo contrafactual, mas ter um pouco mais de caixa é primordial. Tenho convicção que tudo vai subir muito ainda, os preços dos bancos, como BRSR, a própria VLID também, ainda tem muito a andar para recuperar os patamares pré-crise.
INEP eu saí. Cansei de esperar, vi que não evolui a situação, aloquei o capital em outras coisas.
Minha meta para meus objetivos de vida são 100 milhões de reais. Esse valor é o suficiente para realizar meus sonhos e um bom número para se trabalhar e ter em mente. Transformar 3 em 100 não é assim tão impossível dadas as condições corretas e o tempo certo. É melhor tem um objetivo audacioso e chegar perto do que superar um objetivo medíocre. Quero tudo o que o dinheiro pode me dar, casa, barco, carro, mulheres, tudo isso, mas a maior coisa é realmente a liberdade de poder exercer suas escolhas e vontades sem chefes ou constrangimentos da natureza. E também de poder contribuir com causas para um país melhor, livre de ideias atrasadas. Com dinheiro se pode doar para causas que valham a pena, que defendam vida, liberdade, propriedade, direito de se armar e se defender, e coisas do gênero. Filantropia é algo que pretendo fazer quando chegar a esse patamar.
No curto prazo, a meta é chegar a 1 milhão de dólares. Uma coisa que aprendi em 32 anos de vida é que fazer cálculos em moeda forte é fundamental, assim como Bazin já fazia no livro dele e os investidores todos na época da hiperinflação só faziam cálculos em dólares. Nosso país seguirá sendo subdesenvolvido, talvez com alguma melhora aqui e ali, ou algum crescimento econômico mais forte como vivemos nos anos 70. Antigamente tinha esperanças que o Brasil pudesse se tornar um país desenvolvido, ou algum dia chegar no nível dos EUA nos anos 60. Não vai. Todo o plano tem como base que as coisas vão ficar mais ou menos como estão.
Mas há de vir um momento de mania e exuberância da bolsa, algum dia. Nesse ponto, não tem jeito, para capturar os ganhos, tem-se de trabalhar alavancado, por isso estou arriscando nas opções, seguindo a grande tacada do Fernando Góes. Ainda não obtive muito sucesso com o pouco de grana que botei lá, mas sei que na hora que o mercado ficar muito direcional essa estratégia funciona muitíssimo bem. Como já tenho patrimônio em ações posso sustentar umas perdas até que a estratégia dê realmente lucro. Mas acertar um 3 para 1 ou 5 para 1 com uma quantia grande, como sei que é possível realmente pode te fazer mudar de patamar.
Proventos: 8.586 (computando venda de direitos IRBR11)
Patrimônio total (incluindo renda fixa e caixa): 3.179.456
Maior patrimônio já registrado (jan/2020): 3.308.389
Nada aqui é recomendação, apenas divagações sem sentido sobre minha própria carteira. Use o discernimento.
Mês de grande valorização de GPCP3 com a expectativa de saída da RJ. Quem está nessa ação sabe bem o potencial dela. Estou já em fase de venda, bem aos poucos, conforme sobe.
Carteira subiu também com OIBR3, mostrando a que veio. Se virar realmente uma empresa de fibra com as dívidas pagas, não vai ter para ninguém. É interessante ver o papel das cotações sobre a percepção do público: quando estavam a 0,44 ninguém queria, agora já falam que a empresa vai dar certo. O papel do investidor é justamente o de descobrir as coisas que todo mundo vai querer no futuro, antes dos faladores dizerem o óbvio. Oi era tida como especulativa, de muito risco, coisa de investidor que não era inteligente. E assim IRBR3 também, até que um belo dia, 'bum!'. Já vi isso muitas vezes. Estou vendendo devagar parte da minha posição em OIBR3. Nesse período de volatilidade, vendo nos picos e compro nos vales com parte da posição. Mas a direção geral é pra cima.
VLID3, por exemplo, está bem amassada, por isso comprei mais. Esse campo de certificação digital ainda vai crescer muito e ela está na boca do gol para aproveitar. A volatilidade desse papel é enorme e permite compras bem definidas. E ainda é bom pagador de dividendos.
Estreiei em MNPR3 esse mês. Já falei dela no outro post, para mim está bem depreciada e com intenção de OPA, mas que não vai sair se não pagarem o preço correto. Essa é uma que pode valorizar muito bem, mas precisa de paciência para comprar. BBDC4 entrei com o que era para ser caixa. Está muito depreciada e paga dividendos, botei uma posição lá que posso tirar a qualquer momento para
Ainda não estou no Topo Histórico da carteira, apesar das grandes valorizações dos últimos meses. Isso é em grande medida por não ter tido caixa para aproveitar os preços do coronacrash. Aí está na prática a diferença: teria saído mais rápido do buraco com um caixa maior, mas também o meu topo histórico teria sido menor um pouco, já que estaria pouco investido. Não vou tentar fazer esse cálculo contrafactual, mas ter um pouco mais de caixa é primordial. Tenho convicção que tudo vai subir muito ainda, os preços dos bancos, como BRSR, a própria VLID também, ainda tem muito a andar para recuperar os patamares pré-crise.
INEP eu saí. Cansei de esperar, vi que não evolui a situação, aloquei o capital em outras coisas.
Minha meta para meus objetivos de vida são 100 milhões de reais. Esse valor é o suficiente para realizar meus sonhos e um bom número para se trabalhar e ter em mente. Transformar 3 em 100 não é assim tão impossível dadas as condições corretas e o tempo certo. É melhor tem um objetivo audacioso e chegar perto do que superar um objetivo medíocre. Quero tudo o que o dinheiro pode me dar, casa, barco, carro, mulheres, tudo isso, mas a maior coisa é realmente a liberdade de poder exercer suas escolhas e vontades sem chefes ou constrangimentos da natureza. E também de poder contribuir com causas para um país melhor, livre de ideias atrasadas. Com dinheiro se pode doar para causas que valham a pena, que defendam vida, liberdade, propriedade, direito de se armar e se defender, e coisas do gênero. Filantropia é algo que pretendo fazer quando chegar a esse patamar.
No curto prazo, a meta é chegar a 1 milhão de dólares. Uma coisa que aprendi em 32 anos de vida é que fazer cálculos em moeda forte é fundamental, assim como Bazin já fazia no livro dele e os investidores todos na época da hiperinflação só faziam cálculos em dólares. Nosso país seguirá sendo subdesenvolvido, talvez com alguma melhora aqui e ali, ou algum crescimento econômico mais forte como vivemos nos anos 70. Antigamente tinha esperanças que o Brasil pudesse se tornar um país desenvolvido, ou algum dia chegar no nível dos EUA nos anos 60. Não vai. Todo o plano tem como base que as coisas vão ficar mais ou menos como estão.
Mas há de vir um momento de mania e exuberância da bolsa, algum dia. Nesse ponto, não tem jeito, para capturar os ganhos, tem-se de trabalhar alavancado, por isso estou arriscando nas opções, seguindo a grande tacada do Fernando Góes. Ainda não obtive muito sucesso com o pouco de grana que botei lá, mas sei que na hora que o mercado ficar muito direcional essa estratégia funciona muitíssimo bem. Como já tenho patrimônio em ações posso sustentar umas perdas até que a estratégia dê realmente lucro. Mas acertar um 3 para 1 ou 5 para 1 com uma quantia grande, como sei que é possível realmente pode te fazer mudar de patamar.
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